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Discurso de Pedro Santana Lopes
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E foi assim no Largo de São Paulo...
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Carmona Rodrigues apoia o amigo Pedro Santana Lopes
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Executivo da CML recusa envio de email da Coligação Lisboa Com Sentido
A Coligação Lisboa Com Sentido viu ontem recusado o envio de um email para todos os funcionários da CML, através da rede informática do Município.
Recordamos que António Costa, também candidato à presidência da autarquia
lisboeta, remeteu uma carta a todos os trabalhadores do município, utilizando para isso, os recursos da própria Câmara.
Não podemos deixar de lamentar este atropelo ao exercício da democracia, divulgamos aqui a carta de Pedro Santana Lopes destinada aos funcionários da CML.
Contamos com a colaboração de todos os que nos visitam virtualmente para apoiar na divulgação maciça da mesma.
Recordamos que António Costa, também candidato à presidência da autarquia
lisboeta, remeteu uma carta a todos os trabalhadores do município, utilizando para isso, os recursos da própria Câmara.
Não podemos deixar de lamentar este atropelo ao exercício da democracia, divulgamos aqui a carta de Pedro Santana Lopes destinada aos funcionários da CML.
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Comício, 8 de Outubro, 21h00
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... até dar bicicletas
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Por uma Lisboa Com Sentido
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Hoje, pelas 14h30 - Apresentação do Pelouro dos Seniores
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Hoje, pelas 18h30 - Requalificação dos Bairros Municipais
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Arrumar a casa ou esconder o pó por baixo do tapete?
Tem a palavra o Candidato a Vereador das Finanças da Coligação Lisboa Com Sentido!

In Jornal de Negócios, 29 de Setembro de 2009

In Jornal de Negócios, 29 de Setembro de 2009
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Hoje, pelas 19h00
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O que serve para uns não serve para outros
É aborrecido falar de contas. Mas, por vezes, é mesmo necessário fazê-lo para que possa existir uma justa igualdade de circunstâncias na análise, e sejam equivalentes os critérios utilizados em idênticas circunstâncias.
Não vamos aqui entrar em detalhes fastidiosos. Mas não podemos deixar de reparar nas justificações do actual Governo para a derrapagem do défice do Estado, o qual ascendeu a 8,71 M€ nos primeiros oito meses de 2009. Valor esse que representa um agravamento de mais de 2,5 vezes face ao ano passado.
Os responsáveis do Governo socialista justificam a queda verificada com a perda de receita e o aumento da despesa. E porque aumentou então a despesa do Estado? De acordo com o ministro Teixeira dos Santos, por causa do investimento público.
Olhemos agora para a experiência do mandato anterior de Pedro Santana Lopes, durante o qual efectivamente aumentou o investimento público da CML porque dedicado à realização de obra estruturante para a cidade; Um investimento feito sem poder ter como contrapartida as receitas do IMI de que beneficia hoje António Costa. E sem que, igualmente, fosse possível fazer como o ainda presidente e solicitar empréstimos bancários, dado que vigorou durante o mandato de Santana Lopes a lei do endividamento zero para as autarquias.
Desta forma, comparados os resultados e as obras feitas, vemos que as contas da autarquia não são assim tão diferentes das contas nacionais. Existe um défice sempre que estagnam as receitas e aumentam as despesas fruto de obras indispensáveis.
O que é diferente, isso sim, é o tom do discurso socialista. Por um lado, na demagógica campanha para Lisboa, atacando quem fez obra numa conjuntura financeira particularmente difícil. Por outro, a nível nacional, desculpando o agravamento do défice à conta de uma qualquer obra feita. No respeita à igualdade de critérios, ficamos muito mal servidos.
Não vamos aqui entrar em detalhes fastidiosos. Mas não podemos deixar de reparar nas justificações do actual Governo para a derrapagem do défice do Estado, o qual ascendeu a 8,71 M€ nos primeiros oito meses de 2009. Valor esse que representa um agravamento de mais de 2,5 vezes face ao ano passado.
Os responsáveis do Governo socialista justificam a queda verificada com a perda de receita e o aumento da despesa. E porque aumentou então a despesa do Estado? De acordo com o ministro Teixeira dos Santos, por causa do investimento público.
Olhemos agora para a experiência do mandato anterior de Pedro Santana Lopes, durante o qual efectivamente aumentou o investimento público da CML porque dedicado à realização de obra estruturante para a cidade; Um investimento feito sem poder ter como contrapartida as receitas do IMI de que beneficia hoje António Costa. E sem que, igualmente, fosse possível fazer como o ainda presidente e solicitar empréstimos bancários, dado que vigorou durante o mandato de Santana Lopes a lei do endividamento zero para as autarquias.
Desta forma, comparados os resultados e as obras feitas, vemos que as contas da autarquia não são assim tão diferentes das contas nacionais. Existe um défice sempre que estagnam as receitas e aumentam as despesas fruto de obras indispensáveis.
O que é diferente, isso sim, é o tom do discurso socialista. Por um lado, na demagógica campanha para Lisboa, atacando quem fez obra numa conjuntura financeira particularmente difícil. Por outro, a nível nacional, desculpando o agravamento do défice à conta de uma qualquer obra feita. No respeita à igualdade de critérios, ficamos muito mal servidos.
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É já no dia 29
Venha a Belém conhecer a Lisboa Com Sentido - 2009-2013
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«Barracada»
Foram certamente a falta de discernimento e o desespero que deram origem ao caricato episódio da «inexistente» RE-Inauguração da Piscina do Bairro da Boavista.

Ora como todos sabem esta, entre outras, piscinas foi feita durante o anterior mandato de Pedro Santana Lopes. Uma piscina cuja efectiva entrada em funcionamento foi adiada sem que os moradores entendessem porquê, num atraso que sempre criticaram.
Mas os moradores do Bairro da Boavista não se esquecem do que Pedro Santana Lopes fez por eles. Não entendem por que razão a piscina nunca funcionou desde então. Mas entendem muito bem, quando alguém tenta utilizá-los e às suas famílias apenas para levar a cabo acções de campanha.
E foi assim que António Costa, sem mais explicações, mas após saber que a população se encontrava à espera da sua comitiva para esclarecer que esta obra não "foi obra de António Costa mas sim do Santana Lopes", resolveu não aparecer à "festa" para a qual tinha enviado convite.

Ora como todos sabem esta, entre outras, piscinas foi feita durante o anterior mandato de Pedro Santana Lopes. Uma piscina cuja efectiva entrada em funcionamento foi adiada sem que os moradores entendessem porquê, num atraso que sempre criticaram.
Mas os moradores do Bairro da Boavista não se esquecem do que Pedro Santana Lopes fez por eles. Não entendem por que razão a piscina nunca funcionou desde então. Mas entendem muito bem, quando alguém tenta utilizá-los e às suas famílias apenas para levar a cabo acções de campanha.
E foi assim que António Costa, sem mais explicações, mas após saber que a população se encontrava à espera da sua comitiva para esclarecer que esta obra não "foi obra de António Costa mas sim do Santana Lopes", resolveu não aparecer à "festa" para a qual tinha enviado convite.
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«Alfacinhas» nem vê-los
É deveras impressionante a quantidade de iniciativas acumuladas e promovidas pelos socialistas na recta final das eleições, como se só agora se tivessem lembrado dos inúmeros problemas dos Lisboetas por resolver.
A última dessas ideias foi a circulação dos autocarros “Alfacinhas”, destinados a transportar as crianças do Agrupamento de Escolas Marquesa de Alorna de casa para as aulas. Ao que parece, só agora começam efectivamente a funcionar como deveriam.
No primeiro dia de aulas, à Escola Mestre Querubim Lapa não chegaram os propagandeados autocarros e as crianças ficaram apeadas na esquina do Bairro da Serafina. Valeu-lhes, para não variar, a disponibilidade da Junta de Freguesia que, para colmatar o fracasso da iniciativa do actual executivo, disponibilizou o seu próprio autocarro e transportou para a escola as muitas crianças que aguardavam pelos “Alfacinhas” que não vieram.
Como bem salienta Jorge Santos, candidato pela Coligação “Lisboa Com Sentido” à presidência da Junta de Freguesia de Campolide: «É interessante como uma pequena Junta de Freguesia com poucos meios técnicos conseguiu planear os transportes escolares nos últimos 4 anos sem problemas e a CML, sem nunca ter dialogado com a freguesia e com todos os seus técnicos, falha logo no primeiro dia».
Igualmente interessante é percebermos que, depois de nada ter sido feito pelos socialistas ao longo de todo um mandato, se tenta agora disfarçar a inacção com medidas implementadas à pressa e propagandeadas para a caça ao voto. Como é óbvio, os Lisboetas não se deixam enganar. E muito menos quando, desde o primeiro dia, assistem à falta de coordenação e ao quebrar da promessa feita.
A última dessas ideias foi a circulação dos autocarros “Alfacinhas”, destinados a transportar as crianças do Agrupamento de Escolas Marquesa de Alorna de casa para as aulas. Ao que parece, só agora começam efectivamente a funcionar como deveriam.
No primeiro dia de aulas, à Escola Mestre Querubim Lapa não chegaram os propagandeados autocarros e as crianças ficaram apeadas na esquina do Bairro da Serafina. Valeu-lhes, para não variar, a disponibilidade da Junta de Freguesia que, para colmatar o fracasso da iniciativa do actual executivo, disponibilizou o seu próprio autocarro e transportou para a escola as muitas crianças que aguardavam pelos “Alfacinhas” que não vieram.
Como bem salienta Jorge Santos, candidato pela Coligação “Lisboa Com Sentido” à presidência da Junta de Freguesia de Campolide: «É interessante como uma pequena Junta de Freguesia com poucos meios técnicos conseguiu planear os transportes escolares nos últimos 4 anos sem problemas e a CML, sem nunca ter dialogado com a freguesia e com todos os seus técnicos, falha logo no primeiro dia».
Igualmente interessante é percebermos que, depois de nada ter sido feito pelos socialistas ao longo de todo um mandato, se tenta agora disfarçar a inacção com medidas implementadas à pressa e propagandeadas para a caça ao voto. Como é óbvio, os Lisboetas não se deixam enganar. E muito menos quando, desde o primeiro dia, assistem à falta de coordenação e ao quebrar da promessa feita.
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Isto não vai lá com cantigas
No próximo dia 29 e como noticia o SOL, a candidatura socialista de António Costa «aposta num concerto no Coliseu de Recreios». Como se não bastassem as noitadas de música do festival de canções, que custou 1,9M€ das contrapartidas iniciais do Casino, autêntica ilegalidade eleitoralista no Parque Mayer.
Para quem diz que é "formiguinha", como António Costa, não está mal tanto cantar a toda a hora.
Em contraste, há enquanto isso outros que trabalham para melhorar Lisboa.
No mesmo dia 29, Pedro Santana Lopes apresentará na Praça do Império (em frente aos Jerónimos) as maquetes e projectos das obras de referência que fará ao longo do mandato na capital. São duas formas bem distintas de estar na política e, certamente, os Lisboetas saberão recompensar uma delas: A de quem, como Santana Lopes, se dedica de forma intensa ao melhoramento e desenvolvimento da cidade.
Sem cantigas.
Para quem diz que é "formiguinha", como António Costa, não está mal tanto cantar a toda a hora.
Em contraste, há enquanto isso outros que trabalham para melhorar Lisboa.
No mesmo dia 29, Pedro Santana Lopes apresentará na Praça do Império (em frente aos Jerónimos) as maquetes e projectos das obras de referência que fará ao longo do mandato na capital. São duas formas bem distintas de estar na política e, certamente, os Lisboetas saberão recompensar uma delas: A de quem, como Santana Lopes, se dedica de forma intensa ao melhoramento e desenvolvimento da cidade.
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Ver para crer
António Costa esforça-se agora por inaugurar algumas escolas para a fotografia, a tempo das eleições. É natural que o faça. Ele sabe bem que está presente, na mente dos Lisboetas, o único e confrangedor exemplo de obra feita de que se conseguiu lembrar, mencionado durante o frente-a-frente com Santana Lopes na SIC. «Inaugurámos 3 escolas» disse ele então, ufano de tanto esforço de desenvolvimento. Três escolas em dois anos e meio. Ena!
Agora, inaugurou mais uma. E toca de levar atrás a estrutura do partido; bandeirinhas e folhetos do candidato local com a rosa socialista. É a lógica do 2 em 1, champô e amaciador: Costa faz campanha para Lisboa mas também, dizem os analistas, para uma eventual substituição de José Sócrates no PS em caso de derrota nas eleições legislativas. Mas é também, o que torna tudo muito mais grave, a baralhação entre as funções que ainda desempenha e o salve-se quem puder eleitoralista.
É caricato que António Costa fale de ética e permita que se transformem em acções de pura campanha actos relacionados com o exercício do seu cargo ainda em funções. É triste que misture a inaguração de um equipamento necessário com festivais eleitoralistas. E é lamentável que tudo isto seja feito de forma encapotada perante os Lisboetas.
E isto tudo já não falar do que pensarão as restantes figuras agregadas no afamado «acordo coligatório» Roseta - Sá Fernandes – Manuel Salgado. Os não socialistas, assim abafados e envolvidos pela parafernália de brindes do PS e salve-se-quem-puder partidário.
Enquanto Costa vive e depende do aparelho e da promiscuidade entre o cargo para que foi eleitos e o puro eleitoralismo, Pedro Santana Lopes prossegue a sua missão para a cidade. Fá-lo assente na equipa que reuniu, tendo em conta as suas competências e provas dadas na actividade profissional, na independência e nas soluções com que cada um contribui para resolver os reais problemas da cidade.
São duas formas de comportamento, ético e político totalmente distintos que os eleitores avaliarão.
Com uma certeza porém: A autonomia reconhecida por Pedro Santana Lopes face a qualquer que seja o Governo e o partido a sair, como Governo, após as eleições legislativas, será recompensada. Bem como o seu comportamento e dignidade.
A escolha, essa, pertencerá aos Lisboetas. Com a certeza de que optarão por quem coloca Lisboa à frente de outros interesses e ambições, bem como dos mais elementares valores de comportamento e ética.
Imagens enviadas por uma Lisboeta atenta, presente na inauguração de uma escola no Bairro do Armador, a 16 de Setembro.

Agora, inaugurou mais uma. E toca de levar atrás a estrutura do partido; bandeirinhas e folhetos do candidato local com a rosa socialista. É a lógica do 2 em 1, champô e amaciador: Costa faz campanha para Lisboa mas também, dizem os analistas, para uma eventual substituição de José Sócrates no PS em caso de derrota nas eleições legislativas. Mas é também, o que torna tudo muito mais grave, a baralhação entre as funções que ainda desempenha e o salve-se quem puder eleitoralista.
É caricato que António Costa fale de ética e permita que se transformem em acções de pura campanha actos relacionados com o exercício do seu cargo ainda em funções. É triste que misture a inaguração de um equipamento necessário com festivais eleitoralistas. E é lamentável que tudo isto seja feito de forma encapotada perante os Lisboetas.
E isto tudo já não falar do que pensarão as restantes figuras agregadas no afamado «acordo coligatório» Roseta - Sá Fernandes – Manuel Salgado. Os não socialistas, assim abafados e envolvidos pela parafernália de brindes do PS e salve-se-quem-puder partidário.
Enquanto Costa vive e depende do aparelho e da promiscuidade entre o cargo para que foi eleitos e o puro eleitoralismo, Pedro Santana Lopes prossegue a sua missão para a cidade. Fá-lo assente na equipa que reuniu, tendo em conta as suas competências e provas dadas na actividade profissional, na independência e nas soluções com que cada um contribui para resolver os reais problemas da cidade.
São duas formas de comportamento, ético e político totalmente distintos que os eleitores avaliarão.
Com uma certeza porém: A autonomia reconhecida por Pedro Santana Lopes face a qualquer que seja o Governo e o partido a sair, como Governo, após as eleições legislativas, será recompensada. Bem como o seu comportamento e dignidade.
A escolha, essa, pertencerá aos Lisboetas. Com a certeza de que optarão por quem coloca Lisboa à frente de outros interesses e ambições, bem como dos mais elementares valores de comportamento e ética.
Imagens enviadas por uma Lisboeta atenta, presente na inauguração de uma escola no Bairro do Armador, a 16 de Setembro.

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