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Discurso de Pedro Santana Lopes

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Por uma Lisboa Com Sentido!

«Alfacinhas» nem vê-los

É deveras impressionante a quantidade de iniciativas acumuladas e promovidas pelos socialistas na recta final das eleições, como se só agora se tivessem lembrado dos inúmeros problemas dos Lisboetas por resolver.

A última dessas ideias foi a circulação dos autocarros “Alfacinhas”, destinados a transportar as crianças do Agrupamento de Escolas Marquesa de Alorna de casa para as aulas. Ao que parece, só agora começam efectivamente a funcionar como deveriam.

No primeiro dia de aulas, à Escola Mestre Querubim Lapa não chegaram os propagandeados autocarros e as crianças ficaram apeadas na esquina do Bairro da Serafina. Valeu-lhes, para não variar, a disponibilidade da Junta de Freguesia que, para colmatar o fracasso da iniciativa do actual executivo, disponibilizou o seu próprio autocarro e transportou para a escola as muitas crianças que aguardavam pelos “Alfacinhas” que não vieram.

Como bem salienta Jorge Santos, candidato pela Coligação “Lisboa Com Sentido” à presidência da Junta de Freguesia de Campolide: «É interessante como uma pequena Junta de Freguesia com poucos meios técnicos conseguiu planear os transportes escolares nos últimos 4 anos sem problemas e a CML, sem nunca ter dialogado com a freguesia e com todos os seus técnicos, falha logo no primeiro dia».

Igualmente interessante é percebermos que, depois de nada ter sido feito pelos socialistas ao longo de todo um mandato, se tenta agora disfarçar a inacção com medidas implementadas à pressa e propagandeadas para a caça ao voto. Como é óbvio, os Lisboetas não se deixam enganar. E muito menos quando, desde o primeiro dia, assistem à falta de coordenação e ao quebrar da promessa feita.

Isto não vai lá com cantigas

No próximo dia 29 e como noticia o SOL, a candidatura socialista de António Costa «aposta num concerto no Coliseu de Recreios». Como se não bastassem as noitadas de música do festival de canções, que custou 1,9M€ das contrapartidas iniciais do Casino, autêntica ilegalidade eleitoralista no Parque Mayer.

Para quem diz que é "formiguinha", como António Costa, não está mal tanto cantar a toda a hora.

Em contraste, há enquanto isso outros que trabalham para melhorar Lisboa.

No mesmo dia 29, Pedro Santana Lopes apresentará na Praça do Império (em frente aos Jerónimos) as maquetes e projectos das obras de referência que fará ao longo do mandato na capital. São duas formas bem distintas de estar na política e, certamente, os Lisboetas saberão recompensar uma delas: A de quem, como Santana Lopes, se dedica de forma intensa ao melhoramento e desenvolvimento da cidade.

Sem cantigas.

Ver para crer

António Costa esforça-se agora por inaugurar algumas escolas para a fotografia, a tempo das eleições. É natural que o faça. Ele sabe bem que está presente, na mente dos Lisboetas, o único e confrangedor exemplo de obra feita de que se conseguiu lembrar, mencionado durante o frente-a-frente com Santana Lopes na SIC. «Inaugurámos 3 escolas» disse ele então, ufano de tanto esforço de desenvolvimento. Três escolas em dois anos e meio. Ena!

Agora, inaugurou mais uma. E toca de levar atrás a estrutura do partido; bandeirinhas e folhetos do candidato local com a rosa socialista. É a lógica do 2 em 1, champô e amaciador: Costa faz campanha para Lisboa mas também, dizem os analistas, para uma eventual substituição de José Sócrates no PS em caso de derrota nas eleições legislativas. Mas é também, o que torna tudo muito mais grave, a baralhação entre as funções que ainda desempenha e o salve-se quem puder eleitoralista.

É caricato que António Costa fale de ética e permita que se transformem em acções de pura campanha actos relacionados com o exercício do seu cargo ainda em funções. É triste que misture a inaguração de um equipamento necessário com festivais eleitoralistas. E é lamentável que tudo isto seja feito de forma encapotada perante os Lisboetas.

E isto tudo já não falar do que pensarão as restantes figuras agregadas no afamado «acordo coligatório» Roseta - Sá Fernandes – Manuel Salgado. Os não socialistas, assim abafados e envolvidos pela parafernália de brindes do PS e salve-se-quem-puder partidário.

Enquanto Costa vive e depende do aparelho e da promiscuidade entre o cargo para que foi eleitos e o puro eleitoralismo, Pedro Santana Lopes prossegue a sua missão para a cidade. Fá-lo assente na equipa que reuniu, tendo em conta as suas competências e provas dadas na actividade profissional, na independência e nas soluções com que cada um contribui para resolver os reais problemas da cidade.

São duas formas de comportamento, ético e político totalmente distintos que os eleitores avaliarão.
Com uma certeza porém: A autonomia reconhecida por Pedro Santana Lopes face a qualquer que seja o Governo e o partido a sair, como Governo, após as eleições legislativas, será recompensada. Bem como o seu comportamento e dignidade.
A escolha, essa, pertencerá aos Lisboetas. Com a certeza de que optarão por quem coloca Lisboa à frente de outros interesses e ambições, bem como dos mais elementares valores de comportamento e ética.

Imagens enviadas por uma Lisboeta atenta, presente na inauguração de uma escola no Bairro do Armador, a 16 de Setembro.





Ficção ou realidade?

Na altura em que a afirmação foi proferida, os jornalistas presentes interpretaram-na como uma brincadeira. Mas afinal, depois de confirmada como facto pela Agência Lusa, tudo indica que a realidade imita, não a ficção, mas a piada: António Costa vai mesmo reviver um fait-divers da sua derrotada campanha à Câmara de Loures, em 1993, e recuperar a brincadeira que envolvia um Ferrari e um burro. Com uma diferença, desta vez Costa substitui o burro pelo metropolitano. Objectivo declarado? Mostrar como andar de carro é mau e de metro é bom.

Não questionando obviamente as vantagens do metro como transporte público, registamos que António Costa vem dar, com esta delirante ideia mais um autêntico tiro no pé. Nem se apercebe que, deste modo, só reforça a percepção dos Lisboetas de que circular de automóvel na cidade se tornou um autêntico tormento, algo de que ele mesmo é em grande parte responsável, tanto pelo que fez como pelo que não fez, ao longo deste seu mandato.

Os cidadãos, mesmo aqueles que não podem brincar com Ferraris, há muito constataram o caos no trânsito. Agora, terão essa realidade reforçada por alguém com a desfaçatez de descolar-se dessa responsabilidade, promovendo algo que não é da sua competência ou tutela.

No fundo, o que António Costa consegue com isto, é reciclar uma ideia com cheiro a mofo e tratar os Lisboetas como «burros» que não são.

O que vier à rede...

Agora até as obras de expansão do Metropolitano de Lisboa, anunciadas hoje pela secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, servem como campanha eleitoral para um Candidato sem obra para apresentar e sem projectos de futuro.

Folgamos em saber que, na ânsia de anunciar projectos aos lisboetas, até se fale no possível alargamento da linha do Metropolitano para a zona do Aeroporto de Lisboa, o mesmo para o qual tanto tentaram encontrar novas localizações.

A Cidade de Lisboa agradece. Fica melhor servida de transportes e como tal menos poluída e mais competitiva.

As Empresas e a Câmara Municipal de Lisboa

Temos recebido inúmeras denúncias no site OuvirLisboa sobre os atrasos nos pagamentos aos fornecedores da CML.

«Desconhecemos este processo, não temos cá a factura, não reconhecemos a dívida», são algumas das razões apontadas para o não pagamento de serviços prestados.

Agradecemos as informações que nos têm enviado e pedimos que utilizem o email geral@pedrosantanalopes.net, em vez do site OuvirLisboa.

Descubra as diferenças

Em Janeiro deste ano era assim:

Passados apenas três meses:


Cada vez mais os Lisboetas estão cientes do sentido do seu voto.

Factos sem Sentido - Anunciar horta feita

Todos sabemos que quem não tem obra para mostrar tem que se aproveitar da obra dos outros. Neste caso, da horta plantada pelas mãos dos Lisboetas.

Será justo?!