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Afinal o problema não está no Porsche

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Imagens do trânsito na capital. Sem comentário!

Dia 9, 19h no Clube Nacional de Natação

Pedro Santana Lopes apresenta o programa de Mobilidade, Transportes e Estacionamento para Lisboa.


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A não faltar!

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Eleições a duas rodas

Após mais de dois anos de inércia e marasmo, António Costa esperou pelas eleições e vestiu a pele de alguém que toma decisões por Lisboa. É um fato que lhe assenta mal. Se durante a totalidade do seu mandato nada fez, de pouco serve a multiplicação de intenções e propaganda nas últimas semanas. Desta vez, a propósito da criação de zonas na cidade com lugares para estacionamento reservado a motociclos, é a própria revista “Motociclismo” quem o desmonta, afirmando na sua mais recente edição: «Em ano de eleições, que pelo menos sirvam para isto».

Na verdade, António Costa percorre o seu caminho das pedras prometendo a todos o que não fez em anos: Aos motociclistas, mais estacionamento; Aos ciclistas, mais ciclovias; Aos ambientalistas, a retirada dos carros da cidade; Às gasolineiras, obras e mais obras, caóticas e não programadas, obrigando a horas de paragem no trânsito, aumentando os gastos de combustível, penalizando o ambiente ao aumentar as emissões de CO2.

É assim António Costa e é esta a sua (i)lógica eleitoralista. É para isto que devem servir os anos de eleições? Com o devido respeito à revista Motociclismo - e entendendo o porquê do que afirmam – a resposta é negativa. Estas eleições servirão para os Lisboetas escolherem entre quem fez obra com sentido e apresenta um programa que lhes dá continuidade, como Pedro Santana Lopes, e a lista do PS cuja propaganda apenas reflecte a incoerência e a pressa em ganhar votos, mesmo que através de promessas inconciliáveis.

Não discutimos a validade ou a necessidade mais estacionamento para motociclos. Discutimos, isso sim, a lógica de que só em ano de eleições se promete e anuncia obra. Nunca foi assim com Pedro Santana Lopes. E os Lisboetas sabem-no bem.

Cinco Sentidos - IV (Mobilidade e Uso Sistemático dos Transportes Públicos)

Para uma política de transportes municipal com sucesso, é essencial, como já dissemos em 2001, a concertação com os restantes Concelhos da área metropolitana.

A inexistência de uma Autoridade Metropolitana nessa matéria é uma nódoa na história recente das decisões dos Governos, desde há uma década, incluindo o XVI Governo Constitucional.

Madrid, por exemplo, há mais de 20 anos que tem o equivalente a essa Autoridade Metropolitana e os resultados são impressionantes na inversão que se verificou entre os níveis de utilização do transporte público e privado. A relação foi completamente invertida, a favor, naturalmente do transporte público.

A velocidade média de circulação do transporte público rodoviário em Lisboa precisa de ser melhorada, o que não é fácil, principalmente por duas ordens de razões: primeira, a do perfil da malha viária da cidade, com ruas muito estreitas, com inúmeros cruzamentos, e, também, sem grandes avenidas que possam contribuir, de modo significativo, para o atravessamento da Cidade; a segunda, o elevado número de carros que, todos os dias, entra e sai da capital, muito por força das deslocações das pessoas que cá trabalham mas que não conseguem viver na sua Cidade.

A concertação inter-municipal, principalmente nos horários e nos itinerários; uma politica de obras públicas que racionalize e liberte a circulação para os transportes públicos; o incentivo e o exemplo no uso desses mesmos transportes; a continuação da politica de condicionamento do tráfego, ponderada e planeada, em zonas de difícil circulação.

São estes alguns dos eixos principais da política a desenvolver para mudar substancialmente, também aqui, o quotidiano da nossa Cidade.

Dia 18 - Cinco Sentidos - V (Humanidade e Inclusão Social)