É revelador da arrogância da candidatura de António Costa a forma como comenta aqui a alegada sondagem da Marktest, hoje divulgada. Para os socialistas, a denúncia da manipulação estatística a que assistimos é apenas uma “queixinha”. E em nada lhes importa que os Lisboetas sejam o joguete da desinformação instalada.
À enorme margem de erro do trabalho realizado, à insignificância da amostra e das respostas recolhidas junto dos que reconhecem ir votar, em número – pasme-se – de apenas 292, soma-se a data inopinada escolhida, em pleno regresso de férias.
Para a candidatura de António Costa, nada disto importa. É pena que assim seja e não privilegie a verdade. Dizem os socialistas que Pedro Santana Lopes continua o mesmo de sempre. Na realidade, o que parece continuar sempre igual é fraca qualidade das sondagens da Marktest. Bastaria recordar aquela que, em 29 de Outubro de 2001, dava a João Soares – derrotado por Pedro Santana Lopes nas eleições – uma vantagem de 8 pontos.
Se há efectivamente coisas que não mudam, são estas. Mas deviam mudar. A bem da qualidade da informação e da defesa dos cidadãos, verdadeiros alvos destas jigajogas sem graça nenhuma. A democracia não é algo com que se brinque.
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Com a democracia não se brinca
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Sondagem SIC Notícias - Quem venceu o debate de ontem?
NOTA DA CANDIDATURA DE PEDRO SANTANA LOPES SOBRE SONDAGEM DA TVI
Esta manhã, a candidatura de Pedro Santana Lopes procurou, junto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), conhecer os dados técnicos da Sondagem TVI / Intercampus publicada ontem no Jornal Nacional da TVI.
Estranhamente a ERC declarou que não poderia facultar essa informação considerando que «só após a análise de toda a documentação (…) é que poderá ser facultada cópia da ficha técnica da sondagem».
A candidatura de Pedro Santana Lopes repudia este comportamento inaceitável num Estado de Direito, por parte da ERC, que aceita como válido o depósito de uma sondagem para divulgação para todo o País, 45 minutos antes da publicação, sem saber se cumpre os requisitos necessários. Mas o mesmo depósito já não é válido para consulta para os cidadãos, em tempo útil.
Respeitamos todas as sondagens, mesmo quando erram. Mas não se compreende que os cidadãos directamente envolvidos não tenham o direito a conhecê-la. Em regime democrático este comportamento é intolerável e contraria os termos da deliberação II, nº 2, b) / Sond / 2009 de 8 de Julho, que regula a própria ERC, segundo a qual a diponibilização da «sondagem ou inquérito de opinião, assim como as respectivas fichas técnicas, serão disponibilizadas «logo após a primeira divulgação pública de todos os resultados da sondagem».
Estranhamente a ERC declarou que não poderia facultar essa informação considerando que «só após a análise de toda a documentação (…) é que poderá ser facultada cópia da ficha técnica da sondagem».
A candidatura de Pedro Santana Lopes repudia este comportamento inaceitável num Estado de Direito, por parte da ERC, que aceita como válido o depósito de uma sondagem para divulgação para todo o País, 45 minutos antes da publicação, sem saber se cumpre os requisitos necessários. Mas o mesmo depósito já não é válido para consulta para os cidadãos, em tempo útil.
Respeitamos todas as sondagens, mesmo quando erram. Mas não se compreende que os cidadãos directamente envolvidos não tenham o direito a conhecê-la. Em regime democrático este comportamento é intolerável e contraria os termos da deliberação II, nº 2, b) / Sond / 2009 de 8 de Julho, que regula a própria ERC, segundo a qual a diponibilização da «sondagem ou inquérito de opinião, assim como as respectivas fichas técnicas, serão disponibilizadas «logo após a primeira divulgação pública de todos os resultados da sondagem».
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No Bom Sentido
Sondagem Sic/Expresso /Renascença: evolução semelhante à da que foi publicada pelo Correio da Manhã, no passado Domingo.
A anterior do Expresso, com honras de 1º página, na edição de 27 de Dezembro, dava uma diferença de 40,4%, para António Costa, contra 25%, para a nossa candidatura. Agora, dá 38,3% contra 31,1%. Sem projecção de indecisos, 31,2% contra 25,9%. E falta analisar, entre outros dados, os números da abstenção. A margem de erro é de 3,6%.
A candidatura só foi apresentada no Sábado. E, enquanto outros se desdobram em anúncios e vão já colocando outdoors pelos Bairros de Lisboa, a nossa campanha nem sequer ainda começou.
A anterior do Expresso, com honras de 1º página, na edição de 27 de Dezembro, dava uma diferença de 40,4%, para António Costa, contra 25%, para a nossa candidatura. Agora, dá 38,3% contra 31,1%. Sem projecção de indecisos, 31,2% contra 25,9%. E falta analisar, entre outros dados, os números da abstenção. A margem de erro é de 3,6%.
A candidatura só foi apresentada no Sábado. E, enquanto outros se desdobram em anúncios e vão já colocando outdoors pelos Bairros de Lisboa, a nossa campanha nem sequer ainda começou.
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