No passado dia 5, comemorou-se o Dia Mundial do Ambiente!
Assistimos à única iniciativa da Câmara de Lisboa para celebrar o dia: apresentar aos jornalistas a obra de requalificação das encostas do Casal Ventoso, obra essa adjudicada em 2005, parada em 2006 e agora recuperada com verbas - cerca de 600 mil euros - da Valorsul (vá lá, desta vez não foi preciso ir ao baú dos dinheiros do Casino!).
O problema não é reconhecer o que se fez no passado! No caso de António Costa é enganar-se no passado. Disse, na apresentação aos jornalistas: "É o retomar de um trabalho que estava interrompido desde 2001, porque, depois do extraordinário trabalho do presidente João Soares na demolição e realojamento do Casal Ventoso, nada mais se passou naquele espaço".
Lembremos ao, ainda presidente António Costa: as obras de realojamento do Casal Ventoso foram pagas, maioritariamente, com dinheiros da administração central. A contrapartida municipal não existia nas contas. Foi para o défice oculto de que agora, e até à semana passada, acusavam Pedro Santana Lopes.
E as demolições não passaram disso, demolições!
Quando o executivo de Pedro Santana Lopes tomou posse, em Janeiro de 2002, teve de executar obras de remoção de entulhos que custaram mais de 200 mil euros à autarquia, já que João Soares não soube, não quis ou não pôde fazê-lo!
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Festejos do Dia Mundial do Ambiente
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