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Acções sem Sentido
Na ânsia de mostrar obra e de dar razões apenas para "boas notícias" a Câmara Municipal de Lisboa não pára de "fazer obra".
Hoje foram amplamente anunciados os concursos para a exploração de quiosques em zonas nobres da Cidade. Nada a opor. Apenas a registar.
A registar o facto de estarmos a menos de dois meses das eleições; a registar o facto do actual executivo promover a abertura de novos espaços sem se preocupar em encontrar soluções para os inúmeros empresários que estão a ver os seus negócios em profunda decadência, resultado não só da crise mundial, mas também da "moribundez" em que encontra Lisboa; a registar que outros espaços do género "abriram para a fotografia" e se agora se encontram fechados, há já bastante tempo.
A registar acções sem Sentido!
Hoje foram amplamente anunciados os concursos para a exploração de quiosques em zonas nobres da Cidade. Nada a opor. Apenas a registar.
A registar o facto de estarmos a menos de dois meses das eleições; a registar o facto do actual executivo promover a abertura de novos espaços sem se preocupar em encontrar soluções para os inúmeros empresários que estão a ver os seus negócios em profunda decadência, resultado não só da crise mundial, mas também da "moribundez" em que encontra Lisboa; a registar que outros espaços do género "abriram para a fotografia" e se agora se encontram fechados, há já bastante tempo.
A registar acções sem Sentido!
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Obra
A obra de António Costa em revista
Hoje, pelas 17h30, Pedro Santana Lopes passa em revista os dois anos de obra de António Costa na presidência da Câmara Municipal de Lisboa.
Não perca!
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Com sentido na Acessibilidade
Muitas são as questões que nos têm chegado sobre o que fez Pedro Santana Lopes para a melhoria da acessibilidade em Lisboa, no seu primeiro mandato.
Porque é missão de um Presidente da Câmara fazer obra, mais do que anunciá-la, é natural que muitos não saibam o que foi feito entre 2001 e 2004. Deixamos aqui alguns exemplos.
A ACAPO, Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, que se destina à defesa dos direitos e promoção da integração socioprofissional dos deficientes visuais, estava sediada num prédio na Rua de S. José em que o acesso se fazia por uma escadaria estreita e íngreme, dificultando o acesso dos seus associados. Tendo em conta essas dificuldades, a Câmara Municipal de Lisboa, no mandato de Pedro Santana Lopes, arrendou um espaço com boas acessibilidades no centro da cidade para onde a ACAPO mudou a sua sede. A renda deste espaço era paga na totalidade pela Câmara Municipal. Em simultâneo, cedeu à ACAPO um terreno para construção de uma nova sede, na Alta de Lisboa, ou seja, este acordo previa o arrendamento de uma sede provisória até que a nova sede estivesse concluída. O acordo celebrado pode ser confirmado pelo Eng.º Miguel Esteves Correia, Presidente da referida Associação.
Durante o mandato, iniciaram-se e concluíram-se as modificações necessárias para a acessibilidade total da Quinta Pedagógica.
Iniciou-se e concluiu-se a adaptação de várias escolas e jardins de infância.
As verbas para o programa Casa Aberta (uma parceria entre a C.M.L., a Liga Portuguesa de Deficientes Motores e a Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral que visava a eliminação de barreiras em habitações de munícipes portadores de deficiência) foram reforçadas. Com esse reforço de verbas, foram várias as habitações onde foram instalados equipamentos mecânicos (plataformas elevatórias, cadeiras elevatórias, por exemplo) ou que foram objecto de obras de adaptação.
Criou-se o Banco de Ajudas Técnicas, em parceria com a Liga Portuguesa dos Deficientes Motores, tendo-se cedido, a custo zero para os utentes, o equipamento necessário, desde computadores adaptados a plataformas ou cadeiras de rodas eléctricas.
Foi reforçado o Transporte Adaptado, para melhorar a resposta às necessidades dos munícipes com deficiência. A prioridade foi dada ao transporte escolar no intuito de apoiar as crianças e jovens estudantes com deficiência no transporte diário entre a escola e a sua habitação.
No intuito do planeamento urbanístico, deu-se inicio ao programa Cidade Aberta, que visava a eliminação barreiras arquitectónicas no espaço público: como é exemplo o rebaixamento de piso ou sinalização sonora. Infelizmente, este programa foi interrompido no final do seu mandato.
Foi estabelecido um protocolo entre a C.M.L. e a Associação de Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa que conduziu à iniciativa “Língua Gestual Portuguesa Para Comunicar”, que permitiu o acesso da população surda aos diversos serviços da autarquia em condições de plena igualdade. Para o efeito, foi cedido um espaço num edifício municipal, situado na Avenida Alfredo Bensaúde, foram disponibilizados 70 intérpretes, assim como houve lugar a uma transferência significativa de verbas.
No que diz respeito à (nova) construção, a autarquia aprovou um Regulamento Municipal no sentido de que a acessibilidade fosse plena também para as pessoas portadoras de deficiência. No que respeita ao espaço público, foram colocados milhares de pilaretes e rebaixados vários passeios para evitar o estacionamento que tornasse impeditivo o acesso e mobilidade de pessoas com deficiência.Também a acessibilidade aos equipamentos desportivos municipais foi um prioridade.
Outro exemplo do esforço que a Câmara fez para reduzir as desigualdades foi a Operação para a Promoção do Emprego de Pessoas com Deficiência, que visava a promoção da empregabilidade e o desenvolvimento das competências socioprofissionais da pessoa portadora de deficiência. Esta operação implicava a selecção de candidatos com perfil para integrar o mercado aberto de trabalho, encaminhava as pessoas que não reuniam condições para integrar esse mercado aberto para estruturas correspondentes ao seu perfil, “despistava” candidatos com perfil para instalação por conta própria, promovia o desenvolvimento de competências socioprofissionais exigidas pelo mercado aberto de trabalho e estimulava a procura activa de emprego. Este trabalho resultou de uma parceria entre a Câmara Municipal e a Liga Portuguesa dos Deficientes Motores – Centro de Recursos Sociais LPDM-CRS e o Instituto do Emprego e Formação Profissional. Foram atendidas e ajudadas, neste âmbito, milhares de pessoas.
A Câmara Municipal de Lisboa celebrou também um Protocolo com a Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral, tendo-lhe cedido um terreno no Alto do Lumiar para a construção de uma unidade residencial e centro de dia. Esta cedência foi feita por 20 anos e encontra-se a funcionar como Centro Nuno Krus Abecassis. Neste momento, tem 12 utentes em residência e 12 em cuidados continuados.
Esperamos poder contar com a sua confiança para continuar a trabalhar nesta e noutras matérias fundamentais para uma Lisboa Com Sentido.
Porque é missão de um Presidente da Câmara fazer obra, mais do que anunciá-la, é natural que muitos não saibam o que foi feito entre 2001 e 2004. Deixamos aqui alguns exemplos.
A ACAPO, Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, que se destina à defesa dos direitos e promoção da integração socioprofissional dos deficientes visuais, estava sediada num prédio na Rua de S. José em que o acesso se fazia por uma escadaria estreita e íngreme, dificultando o acesso dos seus associados. Tendo em conta essas dificuldades, a Câmara Municipal de Lisboa, no mandato de Pedro Santana Lopes, arrendou um espaço com boas acessibilidades no centro da cidade para onde a ACAPO mudou a sua sede. A renda deste espaço era paga na totalidade pela Câmara Municipal. Em simultâneo, cedeu à ACAPO um terreno para construção de uma nova sede, na Alta de Lisboa, ou seja, este acordo previa o arrendamento de uma sede provisória até que a nova sede estivesse concluída. O acordo celebrado pode ser confirmado pelo Eng.º Miguel Esteves Correia, Presidente da referida Associação.
Durante o mandato, iniciaram-se e concluíram-se as modificações necessárias para a acessibilidade total da Quinta Pedagógica.
Iniciou-se e concluiu-se a adaptação de várias escolas e jardins de infância.
As verbas para o programa Casa Aberta (uma parceria entre a C.M.L., a Liga Portuguesa de Deficientes Motores e a Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral que visava a eliminação de barreiras em habitações de munícipes portadores de deficiência) foram reforçadas. Com esse reforço de verbas, foram várias as habitações onde foram instalados equipamentos mecânicos (plataformas elevatórias, cadeiras elevatórias, por exemplo) ou que foram objecto de obras de adaptação.
Criou-se o Banco de Ajudas Técnicas, em parceria com a Liga Portuguesa dos Deficientes Motores, tendo-se cedido, a custo zero para os utentes, o equipamento necessário, desde computadores adaptados a plataformas ou cadeiras de rodas eléctricas.
Foi reforçado o Transporte Adaptado, para melhorar a resposta às necessidades dos munícipes com deficiência. A prioridade foi dada ao transporte escolar no intuito de apoiar as crianças e jovens estudantes com deficiência no transporte diário entre a escola e a sua habitação.
No intuito do planeamento urbanístico, deu-se inicio ao programa Cidade Aberta, que visava a eliminação barreiras arquitectónicas no espaço público: como é exemplo o rebaixamento de piso ou sinalização sonora. Infelizmente, este programa foi interrompido no final do seu mandato.
Foi estabelecido um protocolo entre a C.M.L. e a Associação de Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa que conduziu à iniciativa “Língua Gestual Portuguesa Para Comunicar”, que permitiu o acesso da população surda aos diversos serviços da autarquia em condições de plena igualdade. Para o efeito, foi cedido um espaço num edifício municipal, situado na Avenida Alfredo Bensaúde, foram disponibilizados 70 intérpretes, assim como houve lugar a uma transferência significativa de verbas.
No que diz respeito à (nova) construção, a autarquia aprovou um Regulamento Municipal no sentido de que a acessibilidade fosse plena também para as pessoas portadoras de deficiência. No que respeita ao espaço público, foram colocados milhares de pilaretes e rebaixados vários passeios para evitar o estacionamento que tornasse impeditivo o acesso e mobilidade de pessoas com deficiência.Também a acessibilidade aos equipamentos desportivos municipais foi um prioridade.
Outro exemplo do esforço que a Câmara fez para reduzir as desigualdades foi a Operação para a Promoção do Emprego de Pessoas com Deficiência, que visava a promoção da empregabilidade e o desenvolvimento das competências socioprofissionais da pessoa portadora de deficiência. Esta operação implicava a selecção de candidatos com perfil para integrar o mercado aberto de trabalho, encaminhava as pessoas que não reuniam condições para integrar esse mercado aberto para estruturas correspondentes ao seu perfil, “despistava” candidatos com perfil para instalação por conta própria, promovia o desenvolvimento de competências socioprofissionais exigidas pelo mercado aberto de trabalho e estimulava a procura activa de emprego. Este trabalho resultou de uma parceria entre a Câmara Municipal e a Liga Portuguesa dos Deficientes Motores – Centro de Recursos Sociais LPDM-CRS e o Instituto do Emprego e Formação Profissional. Foram atendidas e ajudadas, neste âmbito, milhares de pessoas.
A Câmara Municipal de Lisboa celebrou também um Protocolo com a Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral, tendo-lhe cedido um terreno no Alto do Lumiar para a construção de uma unidade residencial e centro de dia. Esta cedência foi feita por 20 anos e encontra-se a funcionar como Centro Nuno Krus Abecassis. Neste momento, tem 12 utentes em residência e 12 em cuidados continuados.
Esperamos poder contar com a sua confiança para continuar a trabalhar nesta e noutras matérias fundamentais para uma Lisboa Com Sentido.
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Santana Lopes
Uma boa iniciativa

O Jornal Público decidiu incentivar o debate público sobre a requalificação do Terreiro do Paço.
Sem mais palavras, consulte a noticia.
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Terreiro do Paço
Comunicado da Campanha
Pedro Santana Lopes fez hoje, às 10.30H, uma visita às obras de saneamento que decorrem no Terreiro do Paço, com o objectivo de analisar e avaliar o respectivo grau de execução.
Num encontro com a a Administração da Simtejo, o candidato fez-se acompanhar pela Vereadora Margarida Savedra, pelo Prof. Doutor Sidónio Pardal, pelo Deputado António Carlos Monteiro, e pelo Dr. Fernando Angeleu, ex- Administrador da Simtejo.
A Administração da Simtejo procedeu a uma apresentação em powerpoint da intervenção em curso, onde explicou detalhadamente as obras, prazos e investimentos envolvidos.
Segundo as informações prestadas, as obras respeitantes à rede de saneamento estarão concluídas a 26 de Setembro. Falta construir, depois, segundo o plano exposto, a nova estação fluvial, a cargo do Metropolitano, e que terá agregada uma estação elevatória. Mais duas estações elevatórias serão construídas entre o Cais do Sodré e Alcântara. Em breve se iniciará, igualmente, a ligação hidráulica e de saneamento da praça ao rio, da responsabilidade da tal Sociedade Frente Tejo. Todas essas obras estarão concluídas no final de 2010.
As obras decorrem em bom ritmo e Pedro Santana Lopes e os demais elementos da coligação Lisboa com Sentido puderam ouvir ainda uma interessante exposição de um especialista em Arqueologia sobre os achados com que se depararam nos trabalhos já decorridos e sobre o tratamento que lhes está a ser dado.
Lisboa, 2 de Julho de 2009
Num encontro com a a Administração da Simtejo, o candidato fez-se acompanhar pela Vereadora Margarida Savedra, pelo Prof. Doutor Sidónio Pardal, pelo Deputado António Carlos Monteiro, e pelo Dr. Fernando Angeleu, ex- Administrador da Simtejo.
A Administração da Simtejo procedeu a uma apresentação em powerpoint da intervenção em curso, onde explicou detalhadamente as obras, prazos e investimentos envolvidos.
Segundo as informações prestadas, as obras respeitantes à rede de saneamento estarão concluídas a 26 de Setembro. Falta construir, depois, segundo o plano exposto, a nova estação fluvial, a cargo do Metropolitano, e que terá agregada uma estação elevatória. Mais duas estações elevatórias serão construídas entre o Cais do Sodré e Alcântara. Em breve se iniciará, igualmente, a ligação hidráulica e de saneamento da praça ao rio, da responsabilidade da tal Sociedade Frente Tejo. Todas essas obras estarão concluídas no final de 2010.
As obras decorrem em bom ritmo e Pedro Santana Lopes e os demais elementos da coligação Lisboa com Sentido puderam ouvir ainda uma interessante exposição de um especialista em Arqueologia sobre os achados com que se depararam nos trabalhos já decorridos e sobre o tratamento que lhes está a ser dado.
Lisboa, 2 de Julho de 2009
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Santana Lopes,
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Terreiro do Paço
A Voz da População
E Portugal falou. Sem margem para dúvidas!

Foi hoje que o canal SIC Noticias realizou um debate, no programa «Opinião Pública», para auscultar o que pensam os portugueses sobre as obras que estão a decorrer no Terreiro do Paço e sobre o anteprojecto para o novo Terreiro do Paço, apresentado pela actual gestão da CML.

Foi hoje que o canal SIC Noticias realizou um debate, no programa «Opinião Pública», para auscultar o que pensam os portugueses sobre as obras que estão a decorrer no Terreiro do Paço e sobre o anteprojecto para o novo Terreiro do Paço, apresentado pela actual gestão da CML.
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Terreiro do Paço
«Mais um atentado no Terreiro do Paço»
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Mafalda Magalhães de Barros,
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Terreiro do Paço
Efeitos em cadeia
Não param os efeitos da polémica obra do Terreiro do Paço.
Em primeiro lugar, ninguém conseguiu perceber porque que é que as importantes obras de substituição dos colectores não decorreram enquanto terminavam as infindáveis obras do Metropolitano.
Depois, quando ninguém esperava, começam as polémicas sobre o projecto de remodelação da Praça do Terreiro do Paço, as dúvidas sobre se existem alternativas para o trânsito que diariamente circula por aquela via, se os passeios devem ou não ser alargados, apesar do chumbo do Igespar.
E agora, começam a chegar os efeitos em cadeia, resultado destas medidas sem sentido.
Lamentamos saber que o Chefe Vítor Sobral pondera não reabrir o restaurante Terreiro do Paço, situado na conhecida praça da discórdia.
Relembramos que Vítor Sobral é dos nossos mais reputados Chefes, e que tem levado a nossa Gastronomia, Património Cultural de Portugal, além fronteiras.
Esperamos que terminem rapidamente as dúvidas sobre o que vai afinal ser feito da mais importante praça do nosso país, e que o Terreiro do Paço seja devolvido às pessoas na sua totalidade.
Em primeiro lugar, ninguém conseguiu perceber porque que é que as importantes obras de substituição dos colectores não decorreram enquanto terminavam as infindáveis obras do Metropolitano.
Depois, quando ninguém esperava, começam as polémicas sobre o projecto de remodelação da Praça do Terreiro do Paço, as dúvidas sobre se existem alternativas para o trânsito que diariamente circula por aquela via, se os passeios devem ou não ser alargados, apesar do chumbo do Igespar.
E agora, começam a chegar os efeitos em cadeia, resultado destas medidas sem sentido.
Lamentamos saber que o Chefe Vítor Sobral pondera não reabrir o restaurante Terreiro do Paço, situado na conhecida praça da discórdia.
Relembramos que Vítor Sobral é dos nossos mais reputados Chefes, e que tem levado a nossa Gastronomia, Património Cultural de Portugal, além fronteiras.
Esperamos que terminem rapidamente as dúvidas sobre o que vai afinal ser feito da mais importante praça do nosso país, e que o Terreiro do Paço seja devolvido às pessoas na sua totalidade.
Duque d'Ávila com metro mas sem comércio
Os comerciantes da Av. Duque d'Ávila estão já há quatro anos a aguardar o términos da obra do alargamento da linha encarnada do Metropolitano.
Quatro anos de atraso e muitas alterações nas soluções de superfície podiam ter tido já outra atenção do actual executivo camarário.
Aqui sim, eram muito bem-vindos cartazes, como os que foram feitos pelo executivo de Pedro Santana Lopes nos quais se anunciava não a obra mas sim que apesar dela o Comércio continuava aberto.
Cartazes desses sim. Fazem sentido.
Quatro anos de atraso e muitas alterações nas soluções de superfície podiam ter tido já outra atenção do actual executivo camarário.
Aqui sim, eram muito bem-vindos cartazes, como os que foram feitos pelo executivo de Pedro Santana Lopes nos quais se anunciava não a obra mas sim que apesar dela o Comércio continuava aberto.
Cartazes desses sim. Fazem sentido.
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Providência com sentido
ACP interpõe previdencia cautelar à obra do Terreiro do Paço
Diário de Notícias - 10 de Junho de 2009
Diário de Notícias - 10 de Junho de 2009
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Festejos do Dia Mundial do Ambiente
No passado dia 5, comemorou-se o Dia Mundial do Ambiente!
Assistimos à única iniciativa da Câmara de Lisboa para celebrar o dia: apresentar aos jornalistas a obra de requalificação das encostas do Casal Ventoso, obra essa adjudicada em 2005, parada em 2006 e agora recuperada com verbas - cerca de 600 mil euros - da Valorsul (vá lá, desta vez não foi preciso ir ao baú dos dinheiros do Casino!).
O problema não é reconhecer o que se fez no passado! No caso de António Costa é enganar-se no passado. Disse, na apresentação aos jornalistas: "É o retomar de um trabalho que estava interrompido desde 2001, porque, depois do extraordinário trabalho do presidente João Soares na demolição e realojamento do Casal Ventoso, nada mais se passou naquele espaço".
Lembremos ao, ainda presidente António Costa: as obras de realojamento do Casal Ventoso foram pagas, maioritariamente, com dinheiros da administração central. A contrapartida municipal não existia nas contas. Foi para o défice oculto de que agora, e até à semana passada, acusavam Pedro Santana Lopes.
E as demolições não passaram disso, demolições!
Quando o executivo de Pedro Santana Lopes tomou posse, em Janeiro de 2002, teve de executar obras de remoção de entulhos que custaram mais de 200 mil euros à autarquia, já que João Soares não soube, não quis ou não pôde fazê-lo!
Assistimos à única iniciativa da Câmara de Lisboa para celebrar o dia: apresentar aos jornalistas a obra de requalificação das encostas do Casal Ventoso, obra essa adjudicada em 2005, parada em 2006 e agora recuperada com verbas - cerca de 600 mil euros - da Valorsul (vá lá, desta vez não foi preciso ir ao baú dos dinheiros do Casino!).
O problema não é reconhecer o que se fez no passado! No caso de António Costa é enganar-se no passado. Disse, na apresentação aos jornalistas: "É o retomar de um trabalho que estava interrompido desde 2001, porque, depois do extraordinário trabalho do presidente João Soares na demolição e realojamento do Casal Ventoso, nada mais se passou naquele espaço".
Lembremos ao, ainda presidente António Costa: as obras de realojamento do Casal Ventoso foram pagas, maioritariamente, com dinheiros da administração central. A contrapartida municipal não existia nas contas. Foi para o défice oculto de que agora, e até à semana passada, acusavam Pedro Santana Lopes.
E as demolições não passaram disso, demolições!
Quando o executivo de Pedro Santana Lopes tomou posse, em Janeiro de 2002, teve de executar obras de remoção de entulhos que custaram mais de 200 mil euros à autarquia, já que João Soares não soube, não quis ou não pôde fazê-lo!
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Obra
Dois pesos e várias medidas
De 2002 a 2005 foram precisos estudos de impacto ambiental para tudo e para nada!
De 2002 a 2005 foram precisos pareceres de todas as instituições existentes nos cerca de 92.391 km² de território nacional!
De 2002 a 2205 sempre que se falava em fazer obra, alguns do que agora governam a Cidade sem eira nem beira, vasculhavam minuciosamente todos os processos, concursos e concursetas!
Mesmo assim, muita, mesmo muita obra foi feita! Ela existe e é a melhor prova de que quando se acredita no melhor para a Cidade se consegue vencer todas as barreiras!
Mas, os tempos mudaram. Agora, o actual executivo camarário faz obra sem sentido, faz obra contra a vontade dos lisboetas, sem olhar a nada nem a nenhum procedimento.
Prova disso mesmo são as obras do Terreiro do Paço. Recordem bem que esta intervenção se destinava apenas às obras de esgotos e saneamento. Agora, e sem que ninguém se prenunciasse, muda-se o perfil e o desenho da mais emblemática e histórica praça do nosso país.
E onde estão os pareceres do IGESPAR? E o Ministério do Ambiente?
Estas e outras perguntas são feitas por Pedro Santana Lopes no seu artigo semanal no Jornal O Sol.
Os lisboetas ficam, com certeza, a aguardar as respostas do executivo de António Costa.
De 2002 a 2005 foram precisos pareceres de todas as instituições existentes nos cerca de 92.391 km² de território nacional!
De 2002 a 2205 sempre que se falava em fazer obra, alguns do que agora governam a Cidade sem eira nem beira, vasculhavam minuciosamente todos os processos, concursos e concursetas!
Mesmo assim, muita, mesmo muita obra foi feita! Ela existe e é a melhor prova de que quando se acredita no melhor para a Cidade se consegue vencer todas as barreiras!
Mas, os tempos mudaram. Agora, o actual executivo camarário faz obra sem sentido, faz obra contra a vontade dos lisboetas, sem olhar a nada nem a nenhum procedimento.
Prova disso mesmo são as obras do Terreiro do Paço. Recordem bem que esta intervenção se destinava apenas às obras de esgotos e saneamento. Agora, e sem que ninguém se prenunciasse, muda-se o perfil e o desenho da mais emblemática e histórica praça do nosso país.
E onde estão os pareceres do IGESPAR? E o Ministério do Ambiente?
Estas e outras perguntas são feitas por Pedro Santana Lopes no seu artigo semanal no Jornal O Sol.
Os lisboetas ficam, com certeza, a aguardar as respostas do executivo de António Costa.
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Terreiro do Paço
Factos sem Sentido
Obras em Alfama - lançadas em 2004 e suspensas dois anos depois por falta de pagamento, foram hoje criticadas por António Costa.
É estranho... mais a mais quando se faz esta referência negativa no momento em que se entregam chaves de casas recuperadas ao abrigo desse programa.
Recordamos que estas intervenções já deviam ter terminado, mas diminuíram de intensidade no mandato de Carmona Rodrigues e ficaram completamente suspensas na gestão de António Costa.
Não comentamos, apenas registamos.
É estranho... mais a mais quando se faz esta referência negativa no momento em que se entregam chaves de casas recuperadas ao abrigo desse programa.
Recordamos que estas intervenções já deviam ter terminado, mas diminuíram de intensidade no mandato de Carmona Rodrigues e ficaram completamente suspensas na gestão de António Costa.
Não comentamos, apenas registamos.
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Fez Sentido?
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