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Arrumar a casa ou esconder o pó por baixo do tapete?

Tem a palavra o Candidato a Vereador das Finanças da Coligação Lisboa Com Sentido!

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In Jornal de Negócios, 29 de Setembro de 2009

A marreta e os Marretas

Planta Bairro da Liberdade
Ontem, quinta-feira, foi mais um dia de contraste entre a campanha política feita para o boneco na fotografia de António Costa, e a forma séria de actuar de Pedro Santana Lopes no contacto directo com os Lisboetas.

Ontem, Costa reuniu os repórteres de imagem para uma «marretada simbólica» numa parede. E ontem também Santana Lopes apresentou, propositadamente sem qualquer comunicação social, o ante-projecto para a reconversão do carenciado Bairro da Liberdade aos seus moradores num debate aberto. Duas atitudes diferentes, entre a política-propaganda e a política real, frontal e consequente de Santana Lopes.

Diz quem viu que António Costa necessitou de dar várias pancadas na parede com a sua marreta, até obter algo que se aproximasse a um buraco. Uma incompreensível falta de treino, tendo em conta o tempo recorde em que alargou o buraco financeiro da autarquia.

De capacete na cabeça, para se assemelhar a um operário das obras num ofuscante erro de casting, Costa prossegue assim a sua campanha ao estilo dos desenhos animados cómicos. Ocorre aliás, também “simbolicamente” e a propósito deste novo episódio, lembrar os velhos da série dos Marretas quando um dizia: “Isto vai acabar mal”. E o outro respondia: “Quero lá saber, desde que acabe”.

O que serve para uns não serve para outros

É aborrecido falar de contas. Mas, por vezes, é mesmo necessário fazê-lo para que possa existir uma justa igualdade de circunstâncias na análise, e sejam equivalentes os critérios utilizados em idênticas circunstâncias.

Não vamos aqui entrar em detalhes fastidiosos. Mas não podemos deixar de reparar nas justificações do actual Governo para a derrapagem do défice do Estado, o qual ascendeu a 8,71 M€ nos primeiros oito meses de 2009. Valor esse que representa um agravamento de mais de 2,5 vezes face ao ano passado.

Os responsáveis do Governo socialista justificam a queda verificada com a perda de receita e o aumento da despesa. E porque aumentou então a despesa do Estado? De acordo com o ministro Teixeira dos Santos, por causa do investimento público.

Olhemos agora para a experiência do mandato anterior de Pedro Santana Lopes, durante o qual efectivamente aumentou o investimento público da CML porque dedicado à realização de obra estruturante para a cidade; Um investimento feito sem poder ter como contrapartida as receitas do IMI de que beneficia hoje António Costa. E sem que, igualmente, fosse possível fazer como o ainda presidente e solicitar empréstimos bancários, dado que vigorou durante o mandato de Santana Lopes a lei do endividamento zero para as autarquias.

Desta forma, comparados os resultados e as obras feitas, vemos que as contas da autarquia não são assim tão diferentes das contas nacionais. Existe um défice sempre que estagnam as receitas e aumentam as despesas fruto de obras indispensáveis.
O que é diferente, isso sim, é o tom do discurso socialista. Por um lado, na demagógica campanha para Lisboa, atacando quem fez obra numa conjuntura financeira particularmente difícil. Por outro, a nível nacional, desculpando o agravamento do défice à conta de uma qualquer obra feita. No respeita à igualdade de critérios, ficamos muito mal servidos.

Casa cheia

Quinta-feira, dia 17 de Setembro, a sala Fernando Pessoa do CCB tornou-se pequena e incapaz de albergar todas as personalidades que fizeram questão de marcar presença na apresentação, por Pedro Santana Lopes e Gonçalo Reis, do Programa de Finanças e Novo Modelo de Gestão para a Câmara Municipal de Lisboa.

Inúmeras individualidades ligadas ao sector económico e empresarial ouviram atentamente, muitos deles em pé ou mesmo na antecâmara, as propostas estudadas e apresentadas com o objectivo de dar sentido às contas da autarquia, actualmente num estado calamitoso provocado pelo desinvestimento, endividamento e incapacidade de gestão por parte do executivo socialista.

Entre a assistência, e por ordem alfabética, incluíam-se nomes como Alexandre Patrício Gouveia, Almerindo Marques, Álvaro Barreto, António Mexia, Jorge Neto, Manuel Lancastre, Miguel Frasquilho, Miguel Morais Leitão, Pedro Passos Coelho, Pedro Pinto e Rosário Àguas.

Esta foi a apresentação pública do trabalho desenvolvido pela equipa que estudou as contas da autarquia Lisboeta, coordenada por Gonçalo Reis, candidato a vereador com o pelouro das Finanças pela coligação "Lisboa Com Sentido", o qual impactou a assistência com um diagnóstico objectivo e impiedoso, pelos factos apresentados, da actual gestão camarária.

Mas o momento alto da exposição de Gonçalo Reis foi a explanação das soluções concretas assentes na sua experiência adquirida no sector privado, bem como na aplicação de boas práticas para a CML.

Casa (des)arrumada?

Vai amanhã a votação, na Assembleia Municipal, o empréstimo de 250 M€ para pagamento de dívidas de curto prazo e investimento na reabilitação urbana.

Afinal os outdoors a dizer "Cumprimos - Casa Arrumada e Contas em Dia" parecem mais um exercício de futurologia.

Gostámos de ouvir... e ver



Vereador José Cardoso da Silva (PS) acerca das contas da CML

Dossier Finanças - Especial TV Lisboa

Especial Dossier com os deputados Miguel Frasquilho e Rosário Aguas, em exclusivo para a TVLisboa, falaram acerca das contas da Câmara Municipal de Lisboa. Não perca!



Vídeo Dossier - TVL

Reposta a verdade sobre as contas da CML

COMUNICADO DA CAMPANHA LISBOA COM SENTIDO
Lisboa, 26 de Maio de 2009 – O candidato à presidência da Câmara Municipal de Lisboa, Pedro Santana Lopes, manifestou hoje o seu apreço pela reposição da verdade sobre a questão das contas da Câmara Municipal de Lisboa.

O resultado da aprovação de hoje do exercício de 2008, com a abstenção de votos do PPD-PSD, vem provar que a responsabilidade do passivo da CML não diz respeito ao mandato de Pedro Santana Lopes à frente dos destinos da capital do país.

Mais: Ontem o candidato manifestou «ser esta a altura adequada para, de uma vez por todas, esclarecer o passivo da Câmara Municipal de Lisboa, não em clima de confrontação, mas de verdade e responsabilidade» num apelo à exigência de falar verdade que foi atendida pelos Deputados Municipais na reunião de hoje.

Factos com Sentido - Contas CML

Chegaram a este blogue dois comentários solicitando esclarecimentos sobre a notícia da não homologação, pelo Tribunal de Contas, da Conta de Gerência da Câmara Municipal de Lisboa, de 2004.

Deve ser sublinhado que as Contas desse ano, parte do exercício (com a inerente gestão financeira), bem como o "fechar do ano", foram da responsabilidade do Vereador das Finanças, de António Carmona Rodrigues, Carlos Fontão de Carvalho.
Carmona Rodrigues assumiu a Presidência da Câmara a 17 de Julho de 2004, data em que tomou posse o XVI Governo Constitucional. Fontão de Carvalho assumiu depois as funções de Vereador das Finanças, cargo que já desempenhara, durante quatro anos, no mandato anterior, com João Soares na Presidência.

Registam-se aqui, tão só, factos, sem qualquer tipo de comentário.
E assumindo quem de direito, naturalmente, a responsabilidade por mais de metade desse exercício orçamental.
Sobre essa matéria, por agora, reproduz-se, tão só, um texto do jornal Público vindo à estampa, quando das eleições intercalares para a Câmara de Lisboa, em 2007.

Clique para ver o documento na sua totalidade

De notar que a publicação deste texto, não significa a concordância total com a análise que é feita sobre os dados apresentados, mas tão só, e apenas, o respeito por um trabalho jornalistico feito sobre a matéria.

Fazer Sentido

Expusémos as priopridades cimeiras, como cinco sentidos na acção que queremos desenvolver.

A partir de amanhã, vamos falar de algumas matérias sobre as quais tem existido alteração da verdade ou ausência de abordagem. Queremos fazê-lo, como sempre, com serenidade. Mas seguros de que é tempo de as pessoas receberem o que tem correspondência com a realidade. Por exemplo, a evolução das Finanças e de outros aspectos da vida do Munícipio , até em resposta a questões colocadas neste blogue.

É tempo de as coisas serem como são. Para que tudo possa fazer sentido.