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Discurso de Pedro Santana Lopes

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Por uma Lisboa Com Sentido!

Por uma Lisboa Com Sentido

E foi assim no Largo de São Paulo...

São Paulo

Carmona Rodrigues apoia o amigo Pedro Santana Lopes

19h00, na Av. da Igreja. Veja as imagens no Flickr

Comício, 8 de Outubro, 21h00

Uma opinião insuspeita

Com a devida vénia, ao autor e ao jornal, aqui fica o último parágrafo da crónica publicada no «Expresso» de sábado 3 de Outubro por Miguel Sousa Tavares:

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In Expresso, 03 Outubro, 2009

Por uma Lisboa Com Sentido


Torne-se apoiante!

Vale mesmo a pena (re)ver

Pedro Santana Lopes "esmiúçado" pelos Gato Fedorento.

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Hoje, pelas 14h30 - Apresentação do Pelouro dos Seniores

Arrumar a casa ou esconder o pó por baixo do tapete?

Tem a palavra o Candidato a Vereador das Finanças da Coligação Lisboa Com Sentido!

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In Jornal de Negócios, 29 de Setembro de 2009

3ª Feira, dia 29 de Setembro

Grande Exposição sobre a Lisboa de 2009-2013

A marreta e os Marretas

Planta Bairro da Liberdade
Ontem, quinta-feira, foi mais um dia de contraste entre a campanha política feita para o boneco na fotografia de António Costa, e a forma séria de actuar de Pedro Santana Lopes no contacto directo com os Lisboetas.

Ontem, Costa reuniu os repórteres de imagem para uma «marretada simbólica» numa parede. E ontem também Santana Lopes apresentou, propositadamente sem qualquer comunicação social, o ante-projecto para a reconversão do carenciado Bairro da Liberdade aos seus moradores num debate aberto. Duas atitudes diferentes, entre a política-propaganda e a política real, frontal e consequente de Santana Lopes.

Diz quem viu que António Costa necessitou de dar várias pancadas na parede com a sua marreta, até obter algo que se aproximasse a um buraco. Uma incompreensível falta de treino, tendo em conta o tempo recorde em que alargou o buraco financeiro da autarquia.

De capacete na cabeça, para se assemelhar a um operário das obras num ofuscante erro de casting, Costa prossegue assim a sua campanha ao estilo dos desenhos animados cómicos. Ocorre aliás, também “simbolicamente” e a propósito deste novo episódio, lembrar os velhos da série dos Marretas quando um dizia: “Isto vai acabar mal”. E o outro respondia: “Quero lá saber, desde que acabe”.

O que serve para uns não serve para outros

É aborrecido falar de contas. Mas, por vezes, é mesmo necessário fazê-lo para que possa existir uma justa igualdade de circunstâncias na análise, e sejam equivalentes os critérios utilizados em idênticas circunstâncias.

Não vamos aqui entrar em detalhes fastidiosos. Mas não podemos deixar de reparar nas justificações do actual Governo para a derrapagem do défice do Estado, o qual ascendeu a 8,71 M€ nos primeiros oito meses de 2009. Valor esse que representa um agravamento de mais de 2,5 vezes face ao ano passado.

Os responsáveis do Governo socialista justificam a queda verificada com a perda de receita e o aumento da despesa. E porque aumentou então a despesa do Estado? De acordo com o ministro Teixeira dos Santos, por causa do investimento público.

Olhemos agora para a experiência do mandato anterior de Pedro Santana Lopes, durante o qual efectivamente aumentou o investimento público da CML porque dedicado à realização de obra estruturante para a cidade; Um investimento feito sem poder ter como contrapartida as receitas do IMI de que beneficia hoje António Costa. E sem que, igualmente, fosse possível fazer como o ainda presidente e solicitar empréstimos bancários, dado que vigorou durante o mandato de Santana Lopes a lei do endividamento zero para as autarquias.

Desta forma, comparados os resultados e as obras feitas, vemos que as contas da autarquia não são assim tão diferentes das contas nacionais. Existe um défice sempre que estagnam as receitas e aumentam as despesas fruto de obras indispensáveis.
O que é diferente, isso sim, é o tom do discurso socialista. Por um lado, na demagógica campanha para Lisboa, atacando quem fez obra numa conjuntura financeira particularmente difícil. Por outro, a nível nacional, desculpando o agravamento do défice à conta de uma qualquer obra feita. No respeita à igualdade de critérios, ficamos muito mal servidos.

Vale (mesmo) a pena ver

Isto não vai lá com cantigas

No próximo dia 29 e como noticia o SOL, a candidatura socialista de António Costa «aposta num concerto no Coliseu de Recreios». Como se não bastassem as noitadas de música do festival de canções, que custou 1,9M€ das contrapartidas iniciais do Casino, autêntica ilegalidade eleitoralista no Parque Mayer.

Para quem diz que é "formiguinha", como António Costa, não está mal tanto cantar a toda a hora.

Em contraste, há enquanto isso outros que trabalham para melhorar Lisboa.

No mesmo dia 29, Pedro Santana Lopes apresentará na Praça do Império (em frente aos Jerónimos) as maquetes e projectos das obras de referência que fará ao longo do mandato na capital. São duas formas bem distintas de estar na política e, certamente, os Lisboetas saberão recompensar uma delas: A de quem, como Santana Lopes, se dedica de forma intensa ao melhoramento e desenvolvimento da cidade.

Sem cantigas.

Ver para crer

António Costa esforça-se agora por inaugurar algumas escolas para a fotografia, a tempo das eleições. É natural que o faça. Ele sabe bem que está presente, na mente dos Lisboetas, o único e confrangedor exemplo de obra feita de que se conseguiu lembrar, mencionado durante o frente-a-frente com Santana Lopes na SIC. «Inaugurámos 3 escolas» disse ele então, ufano de tanto esforço de desenvolvimento. Três escolas em dois anos e meio. Ena!

Agora, inaugurou mais uma. E toca de levar atrás a estrutura do partido; bandeirinhas e folhetos do candidato local com a rosa socialista. É a lógica do 2 em 1, champô e amaciador: Costa faz campanha para Lisboa mas também, dizem os analistas, para uma eventual substituição de José Sócrates no PS em caso de derrota nas eleições legislativas. Mas é também, o que torna tudo muito mais grave, a baralhação entre as funções que ainda desempenha e o salve-se quem puder eleitoralista.

É caricato que António Costa fale de ética e permita que se transformem em acções de pura campanha actos relacionados com o exercício do seu cargo ainda em funções. É triste que misture a inaguração de um equipamento necessário com festivais eleitoralistas. E é lamentável que tudo isto seja feito de forma encapotada perante os Lisboetas.

E isto tudo já não falar do que pensarão as restantes figuras agregadas no afamado «acordo coligatório» Roseta - Sá Fernandes – Manuel Salgado. Os não socialistas, assim abafados e envolvidos pela parafernália de brindes do PS e salve-se-quem-puder partidário.

Enquanto Costa vive e depende do aparelho e da promiscuidade entre o cargo para que foi eleitos e o puro eleitoralismo, Pedro Santana Lopes prossegue a sua missão para a cidade. Fá-lo assente na equipa que reuniu, tendo em conta as suas competências e provas dadas na actividade profissional, na independência e nas soluções com que cada um contribui para resolver os reais problemas da cidade.

São duas formas de comportamento, ético e político totalmente distintos que os eleitores avaliarão.
Com uma certeza porém: A autonomia reconhecida por Pedro Santana Lopes face a qualquer que seja o Governo e o partido a sair, como Governo, após as eleições legislativas, será recompensada. Bem como o seu comportamento e dignidade.
A escolha, essa, pertencerá aos Lisboetas. Com a certeza de que optarão por quem coloca Lisboa à frente de outros interesses e ambições, bem como dos mais elementares valores de comportamento e ética.

Imagens enviadas por uma Lisboeta atenta, presente na inauguração de uma escola no Bairro do Armador, a 16 de Setembro.





Lisboa merece mais

Ontem falou-se aqui da Fonte Luminosa, hoje é a vez do Intendente. O sentimento é o mesmo e partilhado por muitos, onde quer que Pedro Santana Lopes vá. É expresso com mágoa, em discurso directo ou nos milhares de mensagens recebidas pela Coligação “Lisboa Com Sentido”: Lisboa parou no seu desenvolvimento. Ou, pior ainda, regrediu. É uma Lisboa magoada, ressentida, aquela que nos fala.

Bastaria ouvir os comerciantes, em almoço debate com o candidato esta terça-feira na UACS. Após mencionar o bom trabalho efectuado por Pedro Santana Lopes no anterior mandato na zona do Intendente, logo vários dos interlocutores se queixaram: “Entretanto, agora está tudo outra vez na mesma. Ou ainda pior”.

Nada disto faz sentido. Lisboa não pode estar em regressão. Esta situação não pode manter-se e os Lisboetas estão convidados a escolher, no próximo dia 11 de Outubro, entre a situação com que se deparam hoje no seu quotidiano e aquilo que deve ser o futuro da cidade. Um futuro com provas dadas no passado. Um futuro em que nenhum bairro ou zona da cidade envergonhe os seus habitantes, ou quem os visita.

Lisboa, e os Lisboetas, merecem muito mais.

Uma cidade luminosa

Haverá sempre um futuro melhor para Lisboa enquanto cada um dos seus habitantes se envolver, de alma e coração, na melhoria das condições do seu próprio bairro e da cidade.

É o caso de Tiago Ribeiro, jovem de 25 anos, morador desde sempre na Alameda Afonso Henriques e que nos escreveu, preocupado com o estado actual em que se encontra a Fonte Luminosa; pálida imagem do que foi, repleta de água a estagnar e lixo, num ambiente geral de insegurança para quem a visita ou reside na área envolvente.

O avô do Tiago esteve envolvido na construção da fonte e os seus familiares recordam-lhe o tempo em que ainda «havia uma esplanada no topo da Fonte Luminosa e patinhos no lago para as crianças brincarem».

Tal sucedeu há muitos anos. Mas, bem mais recentemente e como o próprio Tiago lembra, a Fonte Luminosa foi restaurada: «Foi preciso o Dr. Santana Lopes vir resolver o problema. Durante os primeiros tempos tudo andou bem. Estava tudo bonito, a polícia passava por aqui de vez em quando, havia luzes a iluminar, etc, etc, etc. Claro que tudo isso acabou rapidamente».

Ao Tiago e a todos os milhares de Lisboetas que nos escrevem, com sugestões e vontade sincera de que o seu bairro e a cidade voltem a ser lugares para o lazer e a fruição das famílias, agradecemos a memória do que fizemos no passado e a confiança que depositam no futuro.

Iremos com toda a certeza, na Fonte Luminosa como em muitos outros lugares da cidade entretanto esquecidos pelo actual executivo socialista, voltar a fazer de Lisboa uma cidade mais luminosa. E Com Sentido.

Há coisas que não se esquecem

«Costa foi insultado de forma ignóbil por Sá Fernandes, quando este falou da task-force do betão. Apesar de tudo, senta-se à mesa com ele». Quem o diz é José Miguel Júdice, antigo Mandatário de António Costa, citado pelo Expresso.

É um comentário forte. Tão forte quanto este: «Quem se bandeia e trai uma vez, trai todas». Vale a pena ler o artigo integral e em particular a parte onde se recordam as declarações de Sá Fernandes, por altura da campanha anterior à autarquia, nas quais acusa Costa de submissão ao Governo ao entregar a frente ribeirinha não portuária aos interesses imobiliários, acusando a lista socialista de ser: «Uma task-force do Governo para encher de betão a zona ribeirinha».

Só é pena que Júdice não seja tão acutilante quanto ao mandato do ainda presidente da Câmara. Entender que António Costa fez uma «recuperação financeira» só se compreende pelo desconhecimento absoluto das contas reais da autarquia. E nem vale a pena comentar a afirmação, não especificada, de que Pedro Santana Lopes «não tem as características necessárias para ser presidente». Todos sabemos que teve e tem, como em breve ficará demonstrado.

Mas, por mais equidistante que tente parecer, fica bem patente que José Miguel Júdice se desiludiu e muito com a forma como António Costa o tratou no passado recente. Tanto que recusou o inusitado convite para ser novamente seu mandatário. Há coisas que não se esquecem.

Transcendências

Hoje, em entrevista ao jornal “Público” e quando questionado sobre a razão porque está a gastar 2 milhões de euros em festas no Parque Mayer até ao dia das eleições, António Costa responde: «Foi-nos proposto pelo Turismo de Lisboa e não temos nada contra». Para a seguir acrescentar: «O dinheiro não é da Câmara. Vem do Turismo de Portugal, para animação. É uma coisa que me transcende».

Sucede que nem uma linha destas afirmações de António Costa corresponde à realidade.
Como, aliás, se pode ler na mesma edição do jornal, nesta notícia.

Atente-se no que escreve a jornalista: «Nem mesmo na direcção da Associação de Turismo de Lisboa – entidade que propôs a iniciativa ao Turismo de Portugal, a iniciativa foi pacífica». É extraordinário, isto: Ficamos assim a saber que a ATL, presidida por António Costa, esteve na origem do pedido dessas verbas que tanto “transcendiam” o mesmo Costa.

Que cada um, na lista socialista, não saiba o que os outros fazem e dizem, a isso já nos tínhamos habituado. Agora que António Costa peça com uma mão, receba com a outra e alegue não saber de nada, é algo que não basta apelidar de transcendente. É mesmo extraterrestre.