Na altura em que a afirmação foi proferida, os jornalistas presentes interpretaram-na como uma brincadeira. Mas afinal, depois de confirmada como facto pela Agência Lusa, tudo indica que a realidade imita, não a ficção, mas a piada: António Costa vai mesmo reviver um fait-divers da sua derrotada campanha à Câmara de Loures, em 1993, e recuperar a brincadeira que envolvia um Ferrari e um burro. Com uma diferença, desta vez Costa substitui o burro pelo metropolitano. Objectivo declarado? Mostrar como andar de carro é mau e de metro é bom.
Não questionando obviamente as vantagens do metro como transporte público, registamos que António Costa vem dar, com esta delirante ideia mais um autêntico tiro no pé. Nem se apercebe que, deste modo, só reforça a percepção dos Lisboetas de que circular de automóvel na cidade se tornou um autêntico tormento, algo de que ele mesmo é em grande parte responsável, tanto pelo que fez como pelo que não fez, ao longo deste seu mandato.
Os cidadãos, mesmo aqueles que não podem brincar com Ferraris, há muito constataram o caos no trânsito. Agora, terão essa realidade reforçada por alguém com a desfaçatez de descolar-se dessa responsabilidade, promovendo algo que não é da sua competência ou tutela.
No fundo, o que António Costa consegue com isto, é reciclar uma ideia com cheiro a mofo e tratar os Lisboetas como «burros» que não são.
Ficção ou realidade?
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Cumpriu-se o prometido.
Cumpriu-se hoje o prometido no Martinho da Arcada.
Uma Lisboa que se sonha reabilitada, repovoada, devolvida aos que nela querem viver, trabalhar e criar as suas famílias. Uma Lisboa pensada na auto-suficiência da sua vida de bairro.
Uma cidade que sonha ter o seu Terreiro do Paço devolvido. Que exige ser ouvida e ter a última palavra sobre aquilo que é seu. O seu chão sagrado.
Lisboa, cidade capital limpa, segura, com vida dentro dela.
Metrópole europeia que quer desfrutar do seu rio, parte indiscutível da sua história e que não o quer ver sonegado.
História construída, visível no seu património edificado e reabilitado. História também das suas gentes, do seu legado cultural e o absoluto respeito que inspira e o que faz com que tantos a busquem.
Lisboa com sentido, merece esta candidatura.
As paredes do Martinho da Arcada vão guardar as palavras aqui proferidas pelo Candidato Pedro Santana Lopes.
São sábias e reconhecem quem lhes quer bem.
Uma Lisboa que se sonha reabilitada, repovoada, devolvida aos que nela querem viver, trabalhar e criar as suas famílias. Uma Lisboa pensada na auto-suficiência da sua vida de bairro.
Uma cidade que sonha ter o seu Terreiro do Paço devolvido. Que exige ser ouvida e ter a última palavra sobre aquilo que é seu. O seu chão sagrado.
Lisboa, cidade capital limpa, segura, com vida dentro dela.
Metrópole europeia que quer desfrutar do seu rio, parte indiscutível da sua história e que não o quer ver sonegado.
História construída, visível no seu património edificado e reabilitado. História também das suas gentes, do seu legado cultural e o absoluto respeito que inspira e o que faz com que tantos a busquem.
Lisboa com sentido, merece esta candidatura.
As paredes do Martinho da Arcada vão guardar as palavras aqui proferidas pelo Candidato Pedro Santana Lopes.
São sábias e reconhecem quem lhes quer bem.
INACEITÁVEL!
O que pretende o actual Executivo camarário para o espaço do Quartel da Graça é, neste momento, e deste modo, absolutamente intolerável.
Antes do mais: há cerca de cinco anos, a Câmara Municipal de Lisboa tentou a forma prevista na Lei, das alterações simplificadas ao PDM, para actualizar o uso de alguns solos de Lisboa. Nomeadamente,os de antigos quartéis e os de antigas fábricas que, havia já muito tempo, tinham deixado de o ser.Natural e importante para a Cidade. Sabem o que aconteceu? CHUMBOU, depois de muita crítica, de muita oposição e do voto contra da maioria PS-PC então existente na Assembleia Municipal, a alteração de uso ou de definições de áreas de tudo o que fosse equipamento, como quartéis militares,hospitais e Universidades...
Agora, cinco anos depois, o que fazem? Pura e simplesmente, querem SUSPENDER O PDM! Porquê? Porque pensam que podem fazer tudo e, como diz o Povo, "sobra - lhes tempo para mangas"!...E com o PDM suspenso,deixam de vigorar as normas que regulavam o aproveitamento daquelas instalações.
Outra razão existe para que esta proposta não pudesse aparecer: estamos em período pré - eleitoral, e se há teoria cada vez mais consensual neste País é a de que, em alturas como estas, não devem ser tomadas decisões que constituam direitos ou extravasem o âmbito da gestão corrente.
Não pode continuar este caminho , muitas vezes realidade, de "UM PAÍS, DOIS SISTEMAS", em que uns têm direito a fazer o que a outros é vedado.
Já existem três situações em Lisboa que devem merecer a indignação generalizada e de que só se conhecem,ainda, pequenas parcelas de processos inaceitáveis:
FRENTE TEJO e TERREIRO do PAÇO;
FESTAS NO PARQUE MAYER;
NORMAS DE DECISÂO EM MATÉRIA URBANÍSTICA.
Esperemos que fiquemos por aqui. Já é muito! E ainda só se sabe pouco.
Antes do mais: há cerca de cinco anos, a Câmara Municipal de Lisboa tentou a forma prevista na Lei, das alterações simplificadas ao PDM, para actualizar o uso de alguns solos de Lisboa. Nomeadamente,os de antigos quartéis e os de antigas fábricas que, havia já muito tempo, tinham deixado de o ser.Natural e importante para a Cidade. Sabem o que aconteceu? CHUMBOU, depois de muita crítica, de muita oposição e do voto contra da maioria PS-PC então existente na Assembleia Municipal, a alteração de uso ou de definições de áreas de tudo o que fosse equipamento, como quartéis militares,hospitais e Universidades...
Agora, cinco anos depois, o que fazem? Pura e simplesmente, querem SUSPENDER O PDM! Porquê? Porque pensam que podem fazer tudo e, como diz o Povo, "sobra - lhes tempo para mangas"!...E com o PDM suspenso,deixam de vigorar as normas que regulavam o aproveitamento daquelas instalações.
Outra razão existe para que esta proposta não pudesse aparecer: estamos em período pré - eleitoral, e se há teoria cada vez mais consensual neste País é a de que, em alturas como estas, não devem ser tomadas decisões que constituam direitos ou extravasem o âmbito da gestão corrente.
Não pode continuar este caminho , muitas vezes realidade, de "UM PAÍS, DOIS SISTEMAS", em que uns têm direito a fazer o que a outros é vedado.
Já existem três situações em Lisboa que devem merecer a indignação generalizada e de que só se conhecem,ainda, pequenas parcelas de processos inaceitáveis:
FRENTE TEJO e TERREIRO do PAÇO;
FESTAS NO PARQUE MAYER;
NORMAS DE DECISÂO EM MATÉRIA URBANÍSTICA.
Esperemos que fiquemos por aqui. Já é muito! E ainda só se sabe pouco.
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